67 – Brincadeiras de Criança

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Arriba Chicos!

Brincadeira de criança, como é bom! Sim, depois de falarmos dos brinquedos que tivemos ou quisemos ter em nossa infância, agora é a hora de falar das brincadeiras que costumávamos fazer! Tome cuidado com o fusca azul e venha conhecer a infância desses mentecaptos.

E para mostras como foram suas infâncias, cada um em uma época distinta, tivemos dois convidados: Nati, do Tambacast e NatiPapo e Alexandre Gomes, o Senhor A.

E um agradecimento especial para nossos colaboradores do PadrimRogério B. de Miranda, Juliano Teles, Jaiso Guilherme, José Guilherme, Claudio Picoli Cezini, Dalton KBSA, Olavo MontenegroPensador Louco, Anderson Negão, Thais Bracho, Wellington Macgaren, Julian Catino, Gabriel Casanova, Jack Tequila, Eduardo Cosso, Ana Paula Funke, Thaineh Souza, Gleibson Gregorio da Silva, Elói Santaroza, Liliam de Oliveira, Willyan da Silva Cavalcanti, Rodrigo Carneiro, William Floyd, Yuri Braule de Paula Weiss, Renan Fellipe Custódio Pessoa e Rogeryo Rooseveltt! Te amamos!


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Trilha Sonora do Episódio

OneRepublic – Kids

Simple Plan – I’m Just a Kid


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Bruno Audi

Bruno Audi

Criador de trocadilhos e piadas ruins. Terceira pessoa mais sem graça do Brasil. Podcaster no Los Chicos, viciado em games e filmes de terror. Pretendo estar vivo até o final de One Piece e Game of Thrones.
Bruno Audi
  • Rodrigo Carneiro

    Eu lembro que na época que estudava quando criança, uma brincadeira que surgiu do nada e que virou clássico dos intervalos da escola era o futebol de lata, que basicamente consistia em alguém comprar um refrigerante, beber, colocar no chão e chutar contra alguem, a partir dai era guerra. Esse quase evento já que juntava todas as turmas, na sua maioria era praticado pelos homens e apesar de na primeira vez o objetivo fosse improvisar uma bola, rapidamente o objetivo se tornou acertar um ao outro com aquela lata que com o passar das horas e chutes ia se tornando quase uma shuriken. Felizmente ninguem nunca se machucou, mas algum tempo depois atualizaram a brincadeira e adicionaram a regra que se a lata por azar tivesse passado pelo meio das pernas de alguem, essa pessoa tinha que tocar na grade ao final da quadra e até ela chegar lá era soco e chute.

    • http://podcastloschicos.com.br Bruno Audi

      Na minha escola a gente começou jogando futebol de lata, até que um dia um dos meninos teve a brilhante ideia de pegar um monte de papel de trabalho já corrigido, juntar tudo, colar e fazer uma bola. A brincadeira durou um dia, pois os mais velhos tomaram a bola de nós e expulsaram a gente da quadra ahahaha
      Sua versão do “rolinho bicuda” como era chamado aqui, é igual o de minha escola, quem levasse o rolinho ou caneta tinha que correr até uma das traves para se salvar, até lá apanhava sem dó!

      • Rodrigo Carneiro

        Felizmente o futebol de lata dessa época na escola era mais inclusivo, quem tivesse coragem podia jogar tranquilamente, então eu na época estava na 5ª série e tinha até os da 7º jogando junto, o problema é a diferença na força do chute, eu realmente não sei como o pessoal não se cortava com aquilo, porque até havia as traves do futebol e as vezes até alguem chutava para fazer gol, mas o objetivo principal era mesmo acertar o outro e quanto doloroso o local, mais esse se tornava alvo preferencial.

  • Darley Santos

    Brinquei muito de “polícia e ladrão” nas madrugadas durante os eventos festivos da família – enquanto os adultos comiam, bebiam e dançavam, nós restringíamos um perímetro (quarteirões pra lá, quarteirões pra cá) onde seria o campo de batalha entre os “polícia” e os bandidos hahah, era muito bom! Tipo, cidade pequena e pacata, éramos livres pra ficar correndo pelas ruas de madrugada, inclusive transgredindo a lei – era válido na brincadeira atravessar os muros das casas alheias! Numa dessas quase nos demos mal por causa de um cachorro tinhoso que tava brabo igual o cão! Mas deu tudo certo, no final das contas… Égua, lembrei que brincava muito de “amarelinha” também, era até a ocasião de interagir com o sexo feminino, visto que brincávamos todos juntos, meninos e meninas – era todo mundo inocente, e todo mundo se respeitava, hoje em dia é que eu não acredito mais nisso… Tinha os momentos de jogar “queimada” também, e descambava invariavelmente para uma guerra dos sexos disfarçada! Até na escola, onde meninos jogavam futebol e meninas vôlei, a queimada era unissex. Mas eu fugia correndo daquelas brincadeiras de “prenda” e coisas do tipo, ou daquelas que tinha que dar beijinho na menina ou receber dela o beijo. Enfim, tantas brincadeiras…

    • http://podcastloschicos.com.br Bruno Audi

      Eu sempre brincava de polícia e ladrão! Mesmo vivendo em São Paulo, ainda era seguro brincar na rua! Todo aniversário ou evento as crianças saíam pela rua, brincando de esconde esconde também, era bem divertido!
      Na minha escola queimada e vôlei o pessoal jogava misto, mas sempre dava merda de alguém dar uma bolada mais forte em outro.

  • Tiago Ramos Melo

    Esse passado que nos condena, olha que morava numa rua sem saída onde a maioria da galera era da mesma idade, imagine no fim do dia e aquela imensidão de crianças na rua brincando sem parar e aquela gritaria rolando solta.
    Entre as brincadeiras que o povo gostava lá era de Esconde-Esconde, e olha que nós fazia a noite pra ser mais difícil e perigoso pois nós invadia mesmo as casa dos vizinhos e tomamos várias broncas do pessoal, rolava altas tretas com os pais que o cenário de UFC comia solta. Quando falaram de “cada macaco no seu galho”, lembro que a maioria das casa da rua tinham lanças, era um perigo pois os caras corriam frenéticamente e não olhavam direito na hora de pular e ficar agarrado nos portões, era pra ficar esperto ou senão ficava com uma bela “medalha” (ou cicatriz) na mão ao pegar nele.
    Mas a brincadeira-mor de lá era jogar futebol, meu amigo, aquilo era de lei…nós preparavamos bastante pra jogar na rua, nós fizemos umas traves de cano de PVC que ficou muito dahora pra jogar (trave grande mesmo tipo de quadra mesmo, juntamos uma graninha e botamos o planejamento), pintávamos a rua pra marcar o campo e muito além….sem contar as partidas inter-ruas que eram um clima alá Libertadores, com gritos de guerra, provocação da torcida adversária e além das brigas caso nós ganhavamos ou perdemos…era muito bom isso.