61 – Jeitinho Brasileiro

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Arriba Chicos!

Todo mundo já teve um momento na vida que precisou contornar uma situação de forma não muito correta não é mesmo? Esse é o famoso jeitinho brasileiro, tema desse episódio!

E para ensinar diversos truques e gambiarras tivemos a participação de Gabriel Casanova!

E um agradecimento especial para nossos colaboradores do Padrim: Rogério B. de Miranda, Juliano Teles, Jaiso Guilherme, Claudio Picoli Cezini, Dalton KBSA, Olavo Montenegro, Pensador Louco, Anderson Negão, Thais Bracho, Wellington Macgaren, Julian Catino, Gabriel Casanova e Jack Tequila! Te amamos!


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Bruno Audi

Bruno Audi

Criador de trocadilhos e piadas ruins. Terceira pessoa mais sem graça do Brasil. Podcaster no Los Chicos, viciado em games e filmes de terror. Pretendo estar vivo até o final de One Piece e Game of Thrones.
Bruno Audi

Últimos posts por Bruno Audi (exibir todos)

  • Rodrigo Carneiro

    O problema do “jeitinho” não vem da colonização, Macau mesmo é fruto da colonização portuguesa e é um país incrivel, Japão sofreu grandes influencias portuguesas, passou por coisas terriveis e posteriormente boas nas mãos dos portugueses…o “jeitinho” veio da propria evolução como povo, é a mentalidade de que precisa pisar no outro para chegar no topo e rapido ao inves de trabalhar lado a lado para construir as escadas. E a mentalidade de classificar pessoas por status. Basta ver como era ensinado nas escolas sobre a culinaria brasileira, onde a feijoada nasceu com os escravos que pegavam as sobras que os reis não queriam…mano, era mais facil o escravo virar comida do que os reis jogarem fora partes de um animal, até hoje em qualquer lugar da Europa que tu vai não existe essa mentalidade de jogar fora alguma parte porque ela é menos nobre, tudo se aproveita e isso é cultural, poucos são os paises da Europa que tem grandes terras então não dá para criar quantidades gigantescas de animais, além do mais tem o inverno que dura muito tempo e reduz a quantidade de alimento e tempo de pastagem, ou seja, se matar o animal é extremamente importante aproveitar até o dente.

  • JULIAN CATINO

    Na verdade na América Latina não fomos colonizados e sim primeiramente saqueados, o fato de sermos colônia foi praticamente um subproduto do saqueio, e é dessa mentalidade de saqueio e de senhores que escravizavam índios e negros , e à sua vez de índios e negros tentando se esquivar de um trabalho escravo. Primeiro portugueses e espanhóis chegaram para saquear as terras e os reinos que aqui estavam, a colonização chegou séculos depois e da mão dos saqueadores.

    Agora vamos para a parte triste: nem o ‘jeitinho’ é brasileiro já que existem termos para atitudes similares em toda América Latina. Na Argentina é a ‘ingeniosidad’ ou pior, ‘la viveza criolla’ muito falada em Uruguai e Argentina: https://www.taringa.net/posts/info/18164527/Viveza-Criolla.html

    Só para deixar claro, o termo ‘criollo’ significa ‘nascido nas colônias’ e não tem nenhum sentido racial.

    O problema que eu vejo é que além de cultural é uma atitude que todos os governos tem, sistematicamente, de tentar enganar os eleitores, os contribuintes, ok, os trouxas que pagam seus salários, gerando a sua contrapartida em evasão de impostos, evasão de obrigações, e a constante falta de recursos faz com que a gente acredite que seja ‘bacana’ fazer gatonet, que no fundo só contribui para seu alto custo.

    Mas convenhamos, quem nunca? É difícil ou até diria impossível, viver, ou sobreviver, nestes trópicos sem um pouco de jeitinho. Se driblando o mes a grana mal dá para chegar no final dele, se pagar todos os impostos, todos os preços abusivos de tudo não chegamos nem a metade do mes.

    Eu dou jeitinho que me envergonha (ou não) colocando o carro em Zona Azul sem pagar onde sei que não dá multa (ou não deu até agora), o pior é que estudei as ruas pagando Zona Azul e estacionando em lugares estrategicamente só para ver onde o amarelinho nunca passava, e assim vamos indo, malandramente chegando no final do mes! Abraço Chicos !

  • Rogério B de Miranda

    Sou Funcionário Público e não sou dos que dão jeitinho ou não trabalham… Trabalho feito um escravo, mas o de verdade, não o que ganha 31 mil reais e acha pouco rs. Longe disso…
    Mas não nego que já tive atitudes típicas de jeitinho na vida privada.
    Por isso sigo a máxima: ” Não faça na sua vida pública o que você faz na privada”.

  • Darley Santos

    Cast maravilha sobre o famigerado “jeitinho brasileiro”, ficou bem ilustrado como isso é uma coisa nossa mesmo, faz parte da idiossincrasia nacional, e que só vale em território nacional, o “malandramente” no exterior acho que nunca foi elevado à condição de cultura como aqui, pelo menos não da mesma forma que aqui, não mesmo hahah!