60 – Coisas Superestimadas

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Arriba Chicos!

Em todo lugar existem aquelas coisas que as pessoas exaltam muito, mas no fundo não são nada fora do comum. Nesse episódio iremos falar de tudo que é superestimado, citando alimentos, passeios, atores e atrizes, filmes, séries e bandas que não deveriam ser tão endeusados. Para nos auxiliar nesse polêmico tema tivemos a participação dele, Vitor Hugo Mota da Agência Transmídia.

E um agradecimento especial para nossos colaboradores do Padrim Juliano Teles, Jaiso Guilherme, Claudio Picoli Cezini, Jose Guilherme, Dalton KBSA, Olavo Montenegro e Pensador Louco, Anderson Negão, Wellington Macgaren  e Thais Bracho! Te amamos!


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Bruno Audi

Bruno Audi

Criador de trocadilhos e piadas ruins. Terceira pessoa mais sem graça do Brasil. Podcaster no Los Chicos, viciado em games e filmes de terror. Pretendo estar vivo até o final de One Piece e Game of Thrones.
Bruno Audi

Últimos posts por Bruno Audi (exibir todos)

  • Antonio Moura

    Não convidem mais esse cara. Esse episódio parecia um vídeo do Felipe Neto. Só sabe dar opiniões extremistas sobre tudo, essa pessoa representa o pior da internet, ou é uma merda ou melhor coisa do mundo, ou eu gosto ou é uma merda.

    • http://agenciatransmidia.com.br/ V.H. Mota – Agência TransMídia

      Isso aí! Não me chamem mais! Eu sou o pior da internet! E não estou de deboche.

      • http://www.abatalhafinal.com.br Eduardo Cosso

        Cara, você conhece o Wellington MacGaren, né? Ele é que não gosta de nada…kkk

        • http://agenciatransmidia.com.br/ V.H. Mota – Agência TransMídia

          :P

      • Antonio Moura

        Apos um tempo, percebo que exagerei nesse comentário, me desculpe se fui ofensivo. Critiquei um exagerado e exagerei na critica.

        • http://agenciatransmidia.com.br/ V.H. Mota – Agência TransMídia

          Pelo jeito, a contradosagem funcionou para que você refletisse sobre a forma como escreveu. Mas fique tranquilo, camarada: a gente só carrega aquilo que segura. a ofensa é a mesma coisa. Se você não a recebe, não a agarra, você não tem propriedade sobre ela. E só me ofenderia mesmo se de fato ela me representasse. Você só estava com raiva por eu ter dito coisas que não te agradaram e isso é super normal. O Eduardo Cosso, por exemplo, soube expor o ponto dele sobre o que tinha contra o que eu disse e eu conversei com ele no mesmo nível de debate. Tranquilaço.

          Eu só gostaria de te abrir os olhos pruma coisa: eu realmente não gosto das coisas que eu disse que não gosto, e realmente gosto das coisas que eu disse que gosto. Durante algumas vezes no cast eu digo “Não devemos confundir ‘coisas superestimadas’ com ‘coisas que não gostamos'”, pois são medidas diferentes. E isso justamente pra realçar que em vários momentos iríamos cair pro “não gostamos de”. Lembre-se que num podcast as pessoas são PERSONAGENS lentes de aumento – na maioria sem freio – sobre as coisas que elas pensam. Ninguém é 100% do que você ouve em qualquer podcast ou video do youtube. Aquilo dali se chama “marketing de impacto”. Então, quando for ouvir/assistir qualquer programa desses da internet saiba que você está lidando com personagens, não com personas.

          Abraço.

          • Uxo

            zzzZZZZ

          • http://agenciatransmidia.com.br/ V.H. Mota – Agência TransMídia

            Isto é o personagem dormindo. Não a persona.

        • Uxo

          Eu gosto do Mota, mas seu comentário tem lugar no meu coração S2!!!! kkkkkk

  • http://www.abatalhafinal.com.br Eduardo Cosso

    Bem, eu ainda gosto do Mota, só discordo TOTALMENTE do que ele falou sobre o Mulher Maravilha, que achei um excelente filme. O reboliço que o filme causou, vai ter repeteco no ano que vem com o Pantera Negra, são SIM filmes relevantes e a diretora Patty Jenkins fez um excelente trabalho, não vi nenhuma corda, esse filme me fez chorar, torcer, ficar nervoso, enfim, me pegou.
    The Walking Dead eu adoro, e falar mal por ser novela com zumbis, só digo que gosto de novela. Mas indico Fear The Walking Dead que as vezes supera a outra série. A prisão é legal, tirando os episódios que os zumbis tem uma doença e espalha para as pessoas que achei horroroso.
    O Antônio Fagundes uma vez bateu no meu carro, estava puto da vida, mas quando vi que era ele, falei que estava tudo bem, deveria ter pedido uma foto com ele. Valeu!

    • http://agenciatransmidia.com.br/ V.H. Mota – Agência TransMídia

      Sobre “Mulher Maravilha”, Cosso: existe um problema sério no que diz respeito à militância e o mérito. O primeiro tem sido bypass pro segundo. O que você disse sobre o filme do “Pantera Negra” possivelmente causar o mesmo reboliço, é bem possível. Mas se ele tiver um bom roteiro, uma boa direção e uma boa edição, até mesmo pequenos detalhes – como maus atores (o que não estou dizendo que é o caso, pois a grande maioria dos escalados são muito bons) – não haverá militância que vá melhorá-lo. Ele será o seu recado por si. O caso que enxergo claramente em “Mulher Maravilha” é: se você não gostou, mesmo com argumentos sólidos e embasados tecnicamente, você é um machista opressor que não consegue ver a mulher numa posição de dominância e poder. O que eu mais quero é que as pessoas entendam que não deve haver EMPODERAMENTO, pois isso consiste em “dar poder ao que não o tem”. A mulher, o negro, o gay, ou qualquer outra classe que sofre opressão social – por motivos que, francamente, não entendo porque sofrem isso, haja visto que não são minoria NUMÉRICA há muito tempo – deveria ser tratado com o respeito e protagonista que todo e qualquer outro personagem representante de um gênero, raça, credo ou orientação sexual deva é tratado. Eu tenho motivos suy generis para não gostar de “Mulher Maravilha”.

      Sobre “The Walking Dead”: já percebeu que a imensa demanda de seriados começa a ficar meio perdida em seus rumos, sobre seu sentido na vida de broadcast, a partir da terceira temporada? “TWD” foi uma que já na segunda temporada mostrava esses vacilos. Na terceira mostrou algum novo fôlego, mas logo mostrou que tudo não passava de um alarme falso. Tal qual muitos gêneros narrativos, ela oscila na própria dúvida. Mas insisto: atores/atrizes se mostram reais artistas de talento em seriados. Qualquer imbecil faz filmes HOJE EM DIA!

      Sobre Antônio Fagundes: brother, a melhor coisa que tu fez foi não pedir uma foto com ele. Era capaz dele arrear a calça e estar de sunga vermelha. pergunta pro papai e pra mamãe o que era o verdadeiro terror dos anos 70 e 80 nas revistas da TV com pôster do Fagundão.

      Abraço e lembre-se: “podcast não é a realidade social. Nem sobre suas opiniões e nem sobre as pessoas que as proferem. Temas são um ringue onde os provocadores abaixam a gangorra ou a sobem, porque, no meio, a gangorra não diverte ninguém.”

      • http://www.abatalhafinal.com.br Eduardo Cosso

        Caramba, textão…kkk. Eu gostei de Mulher Maravilha pela ação e que adorei a personagem e olha que amo a série da Linda Carter. Sobre empoderamento, na verdade nem me importo muito, só queria ver a personagem dando porrada e uma batalha final exagerada, afinal, tive um podcast chamado A Batalha Final por causa disso…kkk

        • http://agenciatransmidia.com.br/ V.H. Mota – Agência TransMídia

          Mas não te incomodou a batalha final ter sido um lixo gigante?

  • Darley Santos

    Coisas superestimadas, essa pauta ficou bem legal! Caras, Iron Maiden é de fato uma banda ícone, mas entendo quem não goste, eu amo toda a discografia da banda! E Engenheiros do Hawaii é uma das melhores coisas que já nasceram neste Brasil – naturalmente, entendo quem não goste, mas nunca vi alguém dizer uma crítica embasada do porquê a banda seria uma “escória” ou uma “bosta”… A Scarlett Johansson é a queridinha do Woddy Allen, também acho ela meio sem sal, mas aprendi a gostar dela… Gosto muito da Leandra Leal como atriz, apesar de não gostar de seus posicionamentos políticos… Caras, vocês abordaram tanta coisa, e agora já me falha a memória! Ficou muito bom e engraçado!

  • http://agenciatransmidia.com.br/ V.H. Mota – Agência TransMídia

    A constar: podcasts que de maneira RECORRENTE ficam com mais de 90 minutos é falta de poder de síntese, incapacidade de objetividade e/ou ineficiência técnica. Não curti um programa de quase 2 horas de duração. Não me chamem se não for pra gravar algo que gere produto abaixo dos 91 minutos, tá? Francamente… #Obrigado #DeNada

  • Uxo

    Água é vida porra!

  • João Pedro Redmann

    Podcast lindo, formoso

    Amo muito!